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sábado, 22 de março de 2014

Racismo brasileiro e Como alcançar a felicidade real e duradoura...

Raça no Brasil, embora tenha-se difundido o contrário, baseia-se, principalmente, na cor da pele de uma pessoa e sua aparência física e não na descendência africana. Para nós pobres, a única cor que somos obrigados a evidenciar com clareza, em todos os momentos de nossas vidas, é a cor do pouco dinheiro que, rapidamente, passa por nossas mãos, mas nas mãos dos afortunados filhos de boa família ele tem cor verde de esperança em dias ainda melhores, pois só chove no molhado, como costuma acontecer, tanto aqui, como lá!
A sociologia norte-americana desenvolveu teorias baseadas em evidências para explicar a persistência do racismo e da desigualdade racial, apesar do fim da segregação formal. Por exemplo, um texto-chave da sociologia, argumenta que a segregação racial residencial – ainda existente na prática, apesar das reformas dos direitos civis – constitui a principal causa da atual desvantagem negra e de outras dimensões das relações raciais nos Estados Unidos. Propõe que a distância física e social entre negros e brancos, aliada a fortes normas sociais que asseguram essa distância, é responsável pelos altos índices de desigualdade racial. Reciprocamente, lança a hipótese de que, sem segregação extrema, a discriminação e a desigualdade racial iriam diminuir. 

A segregação é, portanto, tida como “a chave” da dominação racial nos Estados Unidos. O mesmo pode não ser verdade no Brasil, se acreditarmos na ideologia racial brasileira. De acordo com esta ideologia e com boa parte da pesquisa sobre o assunto, a segregação residencial no Brasil é, acredita-se, simplesmente baseada na classe social, e a raça não é considerada um fator independente. Até que ponto a pesquisa sobre raça é simplesmente um reflexo da ideologia? As ideologias não contêm elementos da verdade? Quão distorcida por elas é a realidade? A ideologia também afeta as interpretações das análises sociológicas.
Cultivem a prática do controle emocional interior, buscando a harmonia e a paz.
 
 

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Gil compõe música de abertura de Joia Rara


Joia Rara está no ar. Gilberto Gil é a voz por trás da canção de abertura da nova novela das 18h, da Globo. Composta por ele,   exclusivamente, para a trama – que trata de temas como meditação, budismo e a prática do bem. A música diz em um certo trecho que “a qualquer momento o fogo virá”.

Joia Rara - Gilberto Gil 

Ontem veio a chuva
Hoje veio o vento
A qualquer momento
O fogo virá

Coração vadio
Tem que estar atento
Pois cada elemento
Terá seu lugar

Água e ar e fogo
Terra pedregosa
Pedra preciosa
Tudo a merecer

Um canto na alma
Um tapa na cara
Uma joia rara
Um tanto sofrer

Uma joia rara
Um tanto sofrer

No meio do rio
A voz do barqueiro
Lança o desafio
Buda há de escutar

No meio da noite
No meio do frio
Ao fisgar do açoite
Buda há de encontrar

Justo, justo meigo
Entre o belo e o feio
Longe do receio
Perto do Sonhar

Onde o amor se esconde
Onde o amor se ampara
Uma joia rara
Um certo penar

Uma joia rara
Um certo penar