Mostrando postagens com marcador AUTOESTIMA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador AUTOESTIMA. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Meditação, prática de meditar nas escolas produz resultados!

A prática da meditação em escolas ajuda adolescentes e professores de áreas violentas a reduzir o estresse.
Em países com altos índices de violência, o desafio não está apenas em melhorar a qualidade do ensino, mas em evitar que o ambiente afete o comportamento dos jovens em idade escolar. Nesse sentido, diversas experiências estão em curso nos Estados Unidos, muitas com êxito comprovado, como a inclusão da ioga no currículo e da comida vegetariana na merenda escolar.
Outra prática que poderia revolucionar a educação em todo o mundo é a meditação. A primeira experiência ocorreu na escola do ensino médio Valle Visitacion, em São Francisco, localizada em um bairro onde tiroteios são comuns. A violência afetava desempenho dos alunos, que tiravam notas baixas, faltamva à escola e se envolviam em brigas constantes. A situação era tão grave que, a certa altura, os professores começaram a faltar por “motivo de doença” para evitar o contato com os alunos. A direção da escola havia tentando de tudo: terapia, orientação, esportes, mas nada parecia funcionar, até que o projeto Quiet Time (Tempo de Silêncio) entrou em cena.
A prática consiste em dois períodos de 15 minutos de meditação transcendental por dia, com o intuito de ajudar os alunos a equilibrar as emoções e melhorar sua disposição de aprender. O projeto complementa as estratégias educativas existentes por meio da melhoria das bases fisiológicas da aprendizagem e do comportamento.
Durante o primeiro ano de implementação na Visitacion Valley, o número de suspensões caiu 45%, e nos anos seguintes, o índice permaneceu entre os menores da cidade. A frequência diária às aulas aumentou 98%, bem acima da média de São Francisco, e a média das notas subiu expressivamente.
A experiência foi reproduzida em outras três escolas, com resultados igualmente positivos. Em uma pesquisa, os alunos do Colégio Burton declararam que sua autoestima aumentou e que sentem menos angústia e estresse, o que se refletiu em um melhor desempenho escolar. Suas notas em inglês e matemática são mais altas que nas escolas que não adotaram o Quiet Time. Até os professores reconheceram que se cansam menos e têm mais disposição quando praticam meditação.
Segundo o site da Fundação David Lynch, que patrocina o projeto, a prática da meditação no ambiente escolar gerou os seguintes benefícios:
* Aumento de 10% nas notas
* Aumento da criatividade
* Maior retenção de professores e menor estresse laboral
* Mais felicidade, concentração e autoconfiança
* Redução dos sintomas do TDAH e de outros transtornos de aprendizagem.
* Redução de 86% nas suspensões em dois anos.
* Redução de 40% dos transtornos psicológicos, como estresse, ansiedade e depressão
* Diminuição de 65% de conflitos violentos em dois anos.
Apesar de ser uma experiência recente, que exige análises contextuais e individuais mais profundas, não deixa de ser uma proposta válida em uma época em que a violência escolar é motivo de preocupação constante para pais e professores.

domingo, 15 de junho de 2014

Desempenho de Campeão.

O ótimo funcionamento humano, está relacionado com a capacidade que cada um de nós tem para nos colocarmos no nosso melhor estado de recursos. É como que uma ligação direta à aplicação automática das potencialidades do nosso corpo e mente. 
É no entanto a mente e a forma como a utilizamos que influencia todos os nossos desempenhos e consequentes resultados. Irei apresentar as vicissitudes da ansiedade e da sua relação e a influência que tem para sermos bem sucedidos, ou pelo contrário vivermos a experiência angustiante da frustração e auto-sabotagem.
Já lhe aconteceu ter um determinado comportamento ou atitude e posteriormente arrepender-se? Eu já. Isto acontece quando reagimos de forma emocional, de forma automática. Uma das coisas que fazem com que nós percamos a cabeça muitas vezes é o fato de não termos controlo total sobre os nossos pensamentos e ações. Sim, o equilíbrio emocional é extremamente importante para tomarmos decisões acertadas na nossa vida. O nosso equilíbrio emocional está dependente do conhecimento que temos dos nossos estados internos e da influência que estes têm sobre o nosso pensamento, comportamento e atitudes. Tal como um atleta de alta competição que no momento decisivo tem de saber controlar as suas emoções a favor do melhor desempenho possível, assim é na nossa vida, para que possamos desempenhar um conjunto de atividades que nos sirvam, temos igualmente de ter controlo sobre  as nossas representações internas através dos cinco sentidos: visão, audição, tacto, paladar e olfato.
As pessoas não têm normalmente falta de recursos, têm sim, falta de controlo sobre os seus recursos. Neste artigo tenho por objetivo explicar a forma de mudar os seus estados, para que possa produzir o que quiser e quando quiser. Este artigo ensiná-lo-á a ter controlo, a tirar mais partido da sua vida, a mudar os seus estados, as suas acções e, consequentemente, os resultados que produz no seu corpo.
As emoções podem, por vezes iniciar-se muito rapidamente, de fato tão rapidamente que não tomamos consciência que a nossa mente e corpo desencadearam uma emoção num determinado momento particular. Essa velocidade pode salvar as nossas vidas numa situação de emergência, mas também pode arruinar as nossas vidas quando nós temos uma reacção excessiva e perdemos o controlo. Nós não temos muito controle sobre as respostas emocionais que temos em determinadas situações de vida, mas é possível, embora não seja fácil fazer algumas mudanças no que provoca as nossas emoções e como nos comportamos quando estamos emocionalmente alterados.
Este artigo fornece respostas e formas práticas de como gerir as suas emoções de forma a ter controlo na sua vida. No artigo anterior desta série, como desenvolver equilíbrio emocional , descrevi os processos que explicam como trabalhar o equilíbrio emocional. Dando sequência ao assunto que gira em torno da obtenção de controlo sobre as nossa vidas, tenho como objetivo que os leitores entendam e possam melhorar e controlar a sua vida emocional. É impressionante como até à pouco tempo, cientistas e pessoas comuns, soubessem tão pouco acerca das emoções, e a importância que têm na nossa vida. Numa tentativa de que você possa conscientemente optar por um tipo de comportamento emocional mais adequado e funcional no dia-a-dia, irei abordar questões relativas à natureza das próprias emoções que nós não conhecemos na totalidade, como as emoções nos influenciam e como reconhecer os seus sinais em nós mesmos e nos outros.
O ótimo funcionamento humano, está relacionado com a capacidade que cada um de nós tem para nos colocarmos no nosso melhor estado de recursos. É como que uma ligação directa à aplicação automática das potencialidades do nosso corpo e mente. É no entanto a mente e a forma como a utilizamos que influencia todos os nossos desempenhos e consequentes resultados. Irei apresentar as vicissitudes da ansiedade e da sua relação e influência que tem para sermos bem sucedidos, ou pelo contrário vivermos a experiência angustiante da frustração e auto-sabotagem.
Animar-se e motivar-se a si mesmo não será certamente a única coisa que necessita para ser bem sucedido, mas é uma parte muito importante, tal como tomar as devidas acções no momento certo. Tal como aprender as habilidades necessárias para obter sucesso, são. Assim como movimentarmo-nos no mundo em direcção aos nossos objetivos. Pense no sucesso como uma mala de viagem que você carrega. Você irá precisar de um passaporte, roupas, dinheiro, etc. O ânimo é uma dessas coisas importantes que coloca na mala na sua viagem para o sucesso. O ânimo é algo que necessita para se apoiar a si mesmo e transformar-se no seu maior fã.
“Eu posso aceitar a falha, todos falham em alguma coisa. Mas eu não posso aceitar não tentar.” Michael Jordan
- Todas estas dicas podem te motivar a ler, na íntegra, o original texto deste tema tão importante para o bom desempenho de nossas vidas, no seu cotidiano.
- Acessem o link abaixo e boa viagem!
http://www.escolapsicologia.com/vida-de-campeao/

sábado, 14 de junho de 2014

Autocontrole - Andres Iniesta, jogador que mantém a cabeça fria na Copa do Mundo


Embaixador da bebida energética Powerade, o meia do Barça deve ser um dos jogadores-chave na competição neste verão. Antes de partir para o Brasil, ele confidenciou sobre sua preparação ...  
Andres Iniesta é um dos 10 melhores jogadores do mundo. Para citar apenas os principais títulos, os trinta e poucos anos é 6 vezes campeão espanhol, três vezes vencedor da Liga dos Campeões com o Barcelona (Barcelona clube), duas vezes vencedor do Campeonato Europeu e Campeão do Mundo com a seleção espanhola .
Ele também ganhou o Melhor Jogador da UEFA na Europa em 2012, foi eleito o segundo Ballon d'Or em 2010 e terceiro em 2012. Tudo isso sem esquentar a cabeça. E, claro, ele é o único artilheiro da Copa do Mundo em 2010.
Andres Iniesta é tão reverenciado em seu país, a rua de Andres Fuentealbilla (Castilla-La Mancha, Espanha), leva o seu nome desde julho de 2008. Uma estátua de bronze à sua semelhança havia também instalado.
  1. O que parece ser um de seus dias em tal período de treinamento?
Depois do almoço, a minha manhã é dedicada ao treinamento. Almoço no clube. A massa é muitas vezes no menu como eles fornecem carboidratos e certifique-se de ter prazo de exercício suficiente. Minha tarde é dedicada à minha família e descansar.  Meu jantar é muitas vezes composto de peixe. Eu sempre presto atenção a uma dieta equilibrada e variada.
  1. Mentalmente, quais são as suas dicas para superar situações estressantes?
Eu gosto de ver. Eu visualizo uma situação que eu vou encontrar durante o jogo, eu me vejo superando meu rival, sendo melhor do que ele ... Ao mesmo tempo, estou habituado desde muito jovem a lidar com situações estressantes. Quando crescer vou jogar em Barca, pensava eu, mentalmente sempre vivemos com isso em mente!
  1. Conversando com você, como um dos melhores jogadores do mundo, como você administra essa reputação?
(Irritado) Quais são os outros que consideram que a maneira, não a mim. Tento em vez de melhorar a mim mesmo constantemente. Eu sinto que sou um privilegiado, mas o que é importante é desenvolver-me no pé e fazer o que eu amo. E o meu desafio a cada ano é ser melhor do que na temporada passada.
  1. Barca aparece em um ciclo de atraso. Qual é o seu papel nesta nova fase?
O saldo da temporada não é bom em tudo, perdemos a oportunidade de continuar a jogar na Liga dos Campeões e jogar a Copa do Rei (Copa del Rey). (Nota: Barca também perdeu a Liga (Campeonato Espanhol) após a entrevista). Vamos rever a temporada no final do campeonato. Para nós Barça, é importante para superar isso e garantir que isso nunca aconteça novamente. Continuo motivado. A cada temporada é diferente. Às vezes as coisas são de que tudo dá errado. Foi bom fazer o seu melhor, estamos diante de uma equipe que joga! É necessário que um dos dois perdido ...
  1. Você marcou o gol decisivo na Copa do Mundo de 2010, contra a Holanda, e segurado pela primeira vez a vitória da Espanha na Copa do Mundo. Este é enorme!
Esta é uma lembrança incrível para mim, mas também para os outros. Vou guardar para sempre na minha memória e eu estou feliz por ter marcado este momento da história.
  1. Qual é o seu prognóstico para a Copa do Mundo?
Brasil, Itália, Holanda, Alemanha, França e Inglaterra têm suas chances, mas é difícil citar uma equipe particular, porque todos têm jogadores muito bons. França ainda é muito bem posicionada para fazer as coisas. Quanto a Espanha, temos oportunidades e vamos fazer de tudo para estar lá! (Tradução Google, como sempre, deficiente!)
 
http://lrblog7.blogspot.com.br/2014/06/copa-no-brasil-em-2014.html

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Controle Total de Suas Emoções.

"Com um pequeno aprendizado e prática de como controlar suas emoções, você pode entrar em uma nova experiência de vida tão recompensadora que você será motivado a persistir no controle de sua natureza emocional para mantê-la. O prêmio é delicioso em termos de melhoria de qualidade de vida." 
(Doc Childre)
 "As maiores limitações que você sempre enfrentará serão aquelas que você coloca em si mesmo." 
(Denis Waitley)
 "O pensamento mais auto-destrutivo que uma pessoa pode ter é pensar que ela não tem o controle total de sua vida. É aí que 'Por que eu?' se torna um refrão." 
(Roger Dawson)


 "Ninguém pode te tornar ciumento, bravo, vingativo ou ganancioso  - a menos que você o permita." 
 (Napoleon Hill)
 

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Perfeccionismo, saiba quando vc está exagerando demais!

Se você já chorou alguma vez sobre tirar uma nota 8,5 ou ficar em segundo lugar em uma competição, é bem provável que você seja um perfeccionista.
A tendência vigente em nossa cultura é recompensar os perfeccionistas por sua insistência em estabelecer padrões altos e pela busca incessante de alcançar esses padrões. E de fato, os perfeccionistas muitas vezes têm alto desempenho – mas o preço desse sucesso pode ser a infelicidade e insatisfação crônicas.
"Ao tentar alcançar as estrelas, os perfeccionistas podem acabar apenas correndo atrás do vento”, alertou o psicólogo David Burns em um ensaio na revista Psychology Today em 1980. "[Os perfeccionistas] são especialmente propensos a terem relacionamentos conturbados e transtornos de humor”.
O perfeccionismo nem precisa chegar no nível Cisne Negro para detonar a sua vida e saúde. Mesmo aqueles perfeccionistas casuais (que talvez nem se julguem perfeccionistas) podem experimentar os efeitos colaterais negativos da demanda pessoal por excelência.
Veja a seguir 14 sinais de que o perfeccionismo pode de fato estar te prejudicando – e maneiras simples de começar a se livrar dele.
1. Você sempre tentou agradar os outros.
Muitas vezes o perfeccionismo começa na infância. Desde cedo somos desafiados a tentar alcançar o céu – os pais e professores encorajam seus filhos a terem um alto desempenho escolar e recompensam o trabalho bem feito com aquelas estrelinhas douradas (ou em alguns casos, com uma punição se não alcançam o resultado esperado). Os perfeccionistas aprendem muito cedo a viver de acordo com as palavras “Eu realizo, logo eu sou” – e nada lhes dá maior satisfação do que impressionar os outros (ou a si mesmos) com o seu desempenho.
Infelizmente, viver sempre correndo atrás da nota 10 – seja na escola, no trabalho ou na vida – pode resultar em uma vida de constante frustração e auto-questionamento.
"A busca pela perfeição pode ser dolorosa porque muitas vezes ela é motivada tanto pelo desejo de ter um bom desempenho e também o medo das consequências de ter um desempenho insatisfatório”, diz a psicóloga Monica Ramirez Basco. “Essa é a faca de dois gumes do perfeccionismo”.
2. Você sabe que a busca pelo perfeccionismo está te prejudicando, mas você acha que isso é apenas o preço que precisa pagar para ter sucesso.
O protótipo do perfeccionista é alguém que fará de tudo (e muitas vezes fará coisas nada saudáveis) para evitar ser comum ou medíocre. É a pessoa que tem uma mentalidade “sem dor, sem conquistas” na busca pela grandeza. Apesar de nem sempre os perfeccionistas terem alto desempenho, o perfeccionismo está frequentemente ligado ao excesso de trabalho, aquelas pessoas denominadas de workaholics.
“O perfeccionista reconhece que os seus padrões altíssimos causam estresse e são pouco razoáveis, mas ele acredtia que eles os motivam a atingir níveis de excelência e produtividade que de outra forma ele nunca atingiria”, escreve Burns.
3. Você é um grande procrastinador.
A grande ironia do perfeccionismo é que apesar da característica de grande motivação para alcançar o sucesso, ele pode ser justamente o que impede a pessoa de ter sucesso. O perfeccionismo está fortemente ligado ao medo de errar (o que geralmente não é um bom motivador) e a comportamentos de auto-sabotagem, como a procrastinação excessiva.
Pesquisas mostram que o perfeccionismo voltado para o outro (uma forma distorcida do perfeccionismo motivada pelo desejo da aprovação social), está ligado à tendência de postergar o cumprimento de tarefas. Para esse tipo de perfeccionista, a procrastinação parece ter origem principalmente no temor da desaprovação vinda de outras pessoas, segundo pesquisadores da York University. Por outro lado, os ‘perfeccionistas adaptivos’ estão menos propensos à procrastinação.
4. Você é altamente crítico de outras pessoas.
Julgar os outros é um mecanismo de defesa psicológica bastante comum: nós rejeitamos em outros o que não aceitamos em nós mesmos. E quando se trata de um perfeccionista, geralmente há muito que ser rejeitado. Os perfeccionistas são pessoas altamente criteriosas e poucos escapam do seu olhar crítico.
Ao pegar mais leve com outras pessoas, alguns perfeccionistas talvez consigam dar um desconto para si mesmos também.
“Não olhe para as falhas de outros, nem para suas omissões ou comissões”, Buda sabiamente recomendou. "Ao invés disso, olhe para os seus próprios atos, para o que você fez ou deixou de fazer”.
5. Para você, é tudo ou nada.
Muitos perfeccionistas lutam com o pensamento preto-e-branco – um momento você está tendo sucesso e no próximo já é um derrotado, de acordo com sua mais recente realização ou falha – e vivem nos extremos. Se você tem tendência a ser perfeccionista, provavelmente só mergulha de cabeça em um novo projeto ou tarefa se achar que existe uma boa chance de ser bem-sucedido naquilo – e se houver o risco de dar errado, você provavelmente evitará se envolver naquilo. Pesquisas mostramque os perfeccionistas tem aversão ao risco, o que pode inibir a inovação e a criatividade.
Para os perfeccionistas, a vida é um jogo de tudo ou nada. Quando um perfeccionsita se determina a fazer algo, a motivação e ambição pode levá-lo até as últimas consequências para alcançar aquele objetivo. Então, não é de se admirar que os perfeccionistas correm um grande risco de desenvolver distúrbios alimentares.
6. Você tem dificuldade em se abrir com outras pessoas.
A autora e pesquisadora Brene Brown considera que o perfeccionismo é com uma “armadura de 20 toneladas” que carregamos para nos defendermos – mas na maioria dos casos, o perfeccionismo simplesmente nos impede de ter uma verdadeira conexão com outras pessoas. Por causa do medo intenso de falhar ou de ser rejeitado, o perfeccionista muitas vezes sente dificuldade se expor ou mostrar vulnerabilidade, diz a psicóloga Shauna Springer.
"É muito difícil para um perfeccionista compartilhar a sua experiência interior com um parceiro”, escreve Springer na revista Psychology Today. "Os perfeccionistas muitas vezes sentem que precisam ser fortes e ter o controle de suas emoções o tempo inteiro. Um perfeccionista pode se esquivar de falar sobre seus medos, inseguranças, incapacidades e decepções com outras pessoas, mesmo com aquelas que são mais próximas”.
7. Você sabe que não adianta chorar sobre o leite derramado… mas você chora mesmo assim.
Seja por ter queimado o arroz ou por ter chegado cinco minutos atrasado para uma reunião, aqueles que buscam a perfeição tendem a ter uma obsessão com cada errinho que cometem. Isso pode resultar em vários pitis, crises existenciais e birras de gente grande. Quando o seu foco principal está no erro ou falha e o que lhe motiva é evitar isso a qualquer custo, até a menor pisada na bola é um atestado incontestável da sua enorme falha pessoal.
"Com a falta de uma fonte profunda e sólida de auto-estima, as falhas afetam os perfeccionistas de forma bastante séria e podem levar a crises prolongadas de depressão e afastamento para algumas pessoas”, escreve Springer.
8. Você leva tudo para o lado pessoal.
 Já que eles consideram cada obstáculo e crítica como uma falha pessoal, os perfeccionistas tendem as ter menos resiliência do que outras pessoas. Ao invés de reagir aos entraves e erros, o perfeccionista sente-se derrotado, considerando cada falha como prova do medo mais profundo que continuamente o assola: “Eu não sou bom o suficiente”.
9. ... E você fica na defensiva quando é criticado.
As vezes é possível identificar um perfeccionista numa conversa pela maneira em que eles se defendem por qualquer crítica, por menor que seja. A fim de preservar a auto-imagem frágil e a aparência perante os outros, o perfeccionista tenta controlar a situação defendendo-se de qualquer ameaça – mesmo quando não há necessidade de defesa.
10. Você nunca "atinge o seu objetivo" totalmente.
Já que a perfeição, obviamente, é algo impossível de se atingir, os perfeccionistas geralmente têm a sensação de que ainda não atingiram o seu objetivo totalmente, que falta alguma coisa. A cantora Christina Aguilera, perfeccionista assumida, disse em entrevista à revista InStyle em 2010 que ela se concentra em todas as coisas que ela ainda não realizou, o que a impulsiona a constantemente superar a si mesma.
"Eu sou extremamente perfeccionista e exigente comigo mesma” confessou Aguilera. "Eu gostaria de fazer mais trabalhos no cinema e eu sinto que ainda não alcancei o tipo de sucesso que eu desejo ter. Tenho certeza que haverá um ponto em que eu me sentirei em paz, sabendo que eu realizei muitas coisas”.
11. A imagem abaixo te deixa nervoso(a)?
 
12. Você sente prazer em ver outra pessoa falhar, mesmo que não tenha nada a ver com você.
O sofrimento adora uma companhia e os perfeccionistas – que gastam muito tempo e energia pensando e se preocupando com as próprias falhas – podem sentir um certo alívio e mesmo prazer ao ver os desafios enfrentados por outros. Você pode até sentir-se melhor a respeito de si mesmo vendo a falha de outra pessoa, mas a longo prazo, isso só reforça o pensamento competitivo e crítico que alimenta o perfeccionismo.
13. Você secretamente nutre uma saudade dos seu tempo de escola.
Algumas pessoas detestavam a escola, mas você amava, pois lá havia uma medida do seu sucesso – você tinha tarefas, notas, feedback e um professor que estava lá para lhe dar um feedback positivo e um tapinha nas costas por um trabalho bem feito. Talvez você tenha sido o queridinho(a) do professor, ou talvez aquele com “Melhores chances de ter sucesso”. O sistema estruturado da escola e a formula simples de “trabalhe duro, tenha um bom desempenho e receba uma recompensa” oferece conforto à maioria dos perfeccionistas.
No mundo real, o sucesso é medido de outra forma. Tudo tem uma estrutura diferente. E apesar de você nunca admitir isso, por um lado você sente falta daquele mundinho onde era possível tirar nota dez e estava tudo certo.
14. Você tem uma alma culpada.
No fundo, muitas vezes os perfeccionistas são atormentados por sentimentos de culpa e de vergonha.
O perfeccionismo mal-adaptado – um impulso pela perfeição que geralmente tem sua origem na esfera social e um sentimento de pressão para ser bem-sucedido que vem de fontes externas, mais do que internas – tem uma forte relação com a ocorrência de depressão, ansiedade, vergonha e culpa.
"O perfeccionismo não tem a ver com a busca da excelência ou da melhoria, que é uma coisa saudável”, disse Brené Brown numa entrevista a Oprah. "É uma forma de pensar e sentir que diz: ‘Se eu tiver uma aparência perfeita, se eu fizer do jeito perfeito, se trabalhar e viver da maneira perfeita, eu posso evitar ou minimizar a vergonha, a culpa e o julgamento’ ”.
Então qual é o remédio para isso? Brown recomenda a prática da autenticidade. Permita que os outros lhe vejam exatamente como você é e abra mão do escudo protetor do perfeccionismo para que você possa expressar a sua vulnerabilidade.
"A autenticidade é uma prática que você escolher todos os dias”, ela diz, “as vezes a cada hora do dia”. 
(Fonte: http://info.abril.com.br/noticias)
Dicas bônus - Como jogar The Sims Social - A ilusão do ser social

domingo, 27 de abril de 2014

Paz e só! Das nuvens para o chão, mente vazia e PN nas mãos!


Sejam bem-vindos ao PN "Foot No Sac Club"  

Esqueçam os grilos falantes e os batões. Fazer PN no Foot no sac club é das nuvens! Curtam três minutos incríveis e cocem até cair!
E não se esqueçam, pensem  em PN!
Deite, respire fundo, clique no vídeo, ligue-se em PN por três minutos, é só!
Há muito bem menos de meio mastro, não consigo lembrar como naveguei até aqui, onde estão as velas? E os anos, quantos são? Que diferença faz? Não me diga, pois já os esqueci..... STRESSLESS pra você tambem!


P.S.

Fabuloso destino de.........

sábado, 26 de abril de 2014

Felicidade é NUNCA viver para impressionar os outros…

VOCÊ É MAIS IMPORTANTE DO QUE OS JULGAMENTOS ALHEIOS.

PARA SER FELIZ , VIVA PARA SURPREENDER A SI PRÓPRIO, E NÃO AOS OUTROS, SIMPLESMENTE, PORQUE...

"INFELICIDADE É VIVER PARA IMPRESSIONAR OS OUTROS"

Nós nascemos com um potencial infinito de realização. Porém, à medida que vamos sendo educados, durante a infância e adolescência, perdemos a rota original de nossa própria existência.

Deixamos de fazer aquilo que nos realiza e passamos a agir em função dos outros: pais, professores e, depois, toda a sociedade. Nosso objetivo de vida nos é imposto e passamos a condicionar nosso sucesso ao aplauso das pessoas que nos cercam. Para continuar essa aprovação, progressivamente abandonamos nossas vocações e passamos a realizar os desejos alheios.

A maioria das pessoas vive para ser admirada por uma multidão de olhos vorazes que, muito provavelmente, não se cruzarão mais. Quando elas param para perceber o rumo dado a suas vidas, verificam que apenas colecionaram cupons que não servem para nada.

Quem consegue realizar as metas de sua alma é feliz e desperta admiração devido a sua integridade como pessoa. Ao contrário, quem vive para ser admirado sempre será infeliz, porque está deixando de lado o compromisso consigo mesmo.

Não se consegue ser feliz valorizando mais a opinião dos outros do que seus próprios sentimentos. Alguns se sentem infelizes, mas raciocinam: "Se os outros estão aplaudindo é porque estou no caminho certo". E avançam nas suas frustrações.

Você é mais importante do que qualquer julgamento alheio. Para ser feliz, viva para surpreender a si próprio, e não aos outros.

Infelicidade é desperdiçar a vida. Infelicidade é acumular desperdícios.

A maioria das pessoas costuma jogar fora as oportunidades. Não conseguem aproveitar o tempo, não valoriza o amor, não desenvolve a capacidade criativa. Fala-se muito em desperdícios materiais, como energia elétrica, água, dinheiro. Mas o pior de todos é o da vida.

É triste ver pessoas que não sabem utilizar seus talentos, pois qualquer tipo de aptidão exige dedicação para desabrochar, assim como o amor requer cuidados constantes para acontecer em toda a sua plenitude.

A maioria das pessoas, no entanto, passa pelas oportunidades sem lhes dar atenção. Muitas se arrependem por não ter se dedicado ao grande amor de suas vidas; outras, por ter jogado fora oportunidades profissionais.

    Quando alguém se dedica a alimentar ilusões, perde oportunidades.

Quem se propõe a apenas acumular dinheiro perde a oportunidade de conviver com o filho, com a pessoa amada e consigo próprio. Quem se preocupa muito com segurança ignora as oportunidades profissionais e amorosas.

Muitos reclamam dos impostos municipais, estaduais e federais, que consomem parte dos seus rendimentos. Principalmente quando o governo não aplica bem o dinheiro arrecadado, nós encaramos os impostos como um grande desperdício. Mas o pior imposto que existe na vida é o Imposto Sobre Falta de Visão.

Alguém com falta de visão, que não percebe o que realmente é importante na vida, perde amores, empregos, amigos e, o que é pior, a própria vida.

É comum ouvirmos: "Ah, se eu soubesse... se eu tivesse ... se eu pudesse..." Precisamos aprender que as oportunidades são poucas e que não podemos desperdiçá-las; por isso, não podemos perder muito tempo com nossas escolhas.

Muitas vezes, a questão resume-se em pegar ou largar, e para isso devemos estar preparados. Quanto mais rápida for nossa capacidade de analisar e decidir, mais plenamente viveremos.

Nossa vida depende muito de nossas decisões, de nossa capacidade de avaliar o que realmente é importante. A velocidade para descobrir a importância das coisas pelas quais devemos lutar é fundamental.

Há quem sacrifique a vida para conseguir status e poder. No desejo de conquistar títulos e riqueza, sufocam-se os sonhos do coração. É uma grande ilusão.

Quando se pretende impressionar alguém com um carro sofisticado, na verdade o que impressiona é o carro, o objeto, e não a pessoa. Quando se usa o título de doutor, diretor ou presidente para se impor a alguém, é o título que se impõe, não a pessoa.

Você tem mais valor do que qualquer cargo.

Infelicidade é colecionar quinquilharias

Muitos desperdiçam suas vidas colecionando bobagens. Grandes coleções de cursos inacabados, amores frustados, projetos engavetados, centenas de livros não lidos, relações sem afeto, sapatos não usados, casas de praia abandonadas. Há até quem sinta mais orgulho em mostrar sua coleção de vinhos do que em saboreá-los...

No propósito de querer agradar aos pais, muitos abrem mão do que lhes é realmente importante. Desistem de realizar a própria vocação. Por isso começam a colecionar conquistas não para si, mais para os pais. É o caso da criança que não quer estudar balé, mas se rende ao fato de a mãe ter desejado, na juventude, ser bailarina. Para agradar a mãe, começa, então, a colecionar troféus até que, um dia, conclui que nada daquilo contribui para sua felicidade.

Outros habituam-se a colecionar virtudes para conquistar a simpatia alheia. Em vez de ser eles mesmos, passam a ser como Cristo, como Moisés, como Buda, sem perceber que nenhum recomendou que fôssemos iguais a eles, mas que simplesmente fôssemos inteiramente nós mesmos. Todos os ensinamentos desses mestres ajudam-nos a criar a nossa individualidade.

Essas pessoas não questionam o porquê dessas colocações nem se contribuem para sua felicidade. Então, mantêm guardado esse lixo, e justificam: "Bem, quem sabe um dia eu possa usá-lo".

É igualmente o caso dos que fazem regime e emagrecem, mas mesmo assim guardam as roupas do tempo em que eram gordos. "Se eu voltar a engordar...", pensam. Não percebem que aquelas roupas são um incentivo para que voltem a engordar.

É muito importante esse processo de se desfazer do desnecessário.

Há uma pesquisa do Wall Street Journal que mostra que o executivo norte-americano gasta um tempo enorme procurando objetos que não sabe onde colocou e coisas essenciais em meio a outras sem importância.

Assim, é fundamental definir o que é importante e separar o lixo, para termos uma vida mais fluida.

Essas quinquilharias ocupam o espaço reservado a novas criações. Por exemplo, quando sofremos uma desilusão amorosa, essa frustração ocupa espaço de um novo amor. Por isso, os japoneses dizem: "Para você beber vinho na taça, precisa antes jogar fora o chá". Limpe sua taça!

Além disso, as quinquilharias consomem a energia necessária para construir coisas novas. Ficar remoendo o passado, lamentando o que poderia ter sido feito e não foi, apenas desvia a atenção do presente, onde realmente as coisas acontecem.

As quinquilharias também criam ilusões. Levam a pensar: "Se eu tivesse me dedicado mais, tido mais suporte, o resultado seria diferente". Pura ilusão. O que já foi, já foi. O importante é fazer a limpeza. Em casa, no escritório e, principalmente, no coração.

Deixe as pessoas do passado no passado.

Perdoe-as. Muitos não avançam na vida porque passam o tempo todo culpando pessoas do passado. Perdoe-as. Elas fizeram o melhor que podiam. Está na hora de você decidir o que é melhor para sua vida e colocá-la no rumo desejado.

Mas não confunda: colecionar quinquilharias que não levam a nada é completamente diferente de colecionar boas recordações, momentos de intimidade, superações de desafios, aproximação de amigos, o que ajuda a encontrar a felicidade.

Texto do livro -"O sucesso é ser feliz" de Roberto Shinyashiki - Editora Gente.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Corra na frente. Quem corre atrás sempre chegará em último lugar!

Empenho

Como vocês já devem ter percebido, a maioria das coisas não caem do céu. Às vezes, por mais que nossos objetivos pareçam distantes, é preciso segurar as pontas e manter-se empenhado em alcançá-los.


É normal ter vontade de jogar tudo para o alto, principalmente quando tudo parece ir contra o que mais desejamos. É preciso muita força de vontade e empenho para alcançarmos o que queremos e, mais do que isso, é preciso empenho também para termos forças e não desistirmos no meio do caminho.

Embora o presente possa parecer conturbado, precisamos acreditar em um futuro melhor. E, para isso, não podemos abrir mão do empenho.
“Quando tudo o mais estiver perdido, ainda restará o futuro.” – Bovee

sábado, 19 de abril de 2014

Você Viverá O Que Quizer Viver, Sofrendo Só O que Quiser Sofrer.

Escolha o que você quer ser na vida.  É isso aí mesmo. Tudo irá depender de você. Somos o que queremos ser. Se você desejar ser uma dona de casa comum, serás. E qual é o problema? Nenhum, desde que você se sinta enquadrada nessa condição, e ....

 http://antenaparablogs.blogspot.com.br/2014/04/voce-vivera-o-que-quizer-viver-sofrendo.html

sexta-feira, 28 de março de 2014

Vida louca - Aproveite melhor o seu dia!

CPT - Centro de Produções Técnicas

Saiba Como aproveitar melhor o seu dia.
"Um dia de vida passa, um novo dia chega. O importante é torná-lo significativo”. — Dalai Lama
Afinal, você sabe qual será o dia mais importante da sua vida?
Encontramos a resposta para esta questão! Não saiu no Fantástico nem está no seu Mapa Astral de 2014. A resposta é pessoal. Antes de descobrir, responda as seguintes perguntas nesta ordem:

1. Você pode voltar a viver uma situação passada? (digo, com o corpo físico, e não com a mente)
2. Você pode experienciar e viver uma situação futura, que ainda vai acontecer?
3. E se você pudesse neste momento, não criar expectativas do futuro, nem recordar de situações passadas. Como estaria se sentindo?
4. Qual é o único momento que você pode VIVER e EXPERIENCIAR realmente uma situação?
- Se sua resposta para a última questão foi: Aqui e agora
o Dia mais importante da sua vida, e da minha vida, é HOJE!
Se o dia mais importante da sua vida é hoje…E você sabe que a única pessoa que é realmente responsável pelo seu destino é você mesma,
O que VOCÊ pode fazer para tornar o seu dia o melhor da sua vida?
Dica 1: Transforme seu observador interno em um caçador de oportunidades!
E transforme cada “problema” em uma oportunidade a ser descoberta. Agradeça tudo o que acontece no seu dia, desde um presente ou um novo cliente, até a fila no trânsito, pois de tudo o que acontece podemos aprender algo sobre nós mesmas.
Dica 2: Coloque um Propósito no seu Dia. Tornando seu dia significativo você já o torna único e pré-dispõe que coisas especiais e positivas aconteçam!
Quando sabemos aonde queremos chegar, chegamos aonde queremos!

 Estude nas horas vagas, depois um Blog ou Facebook e faça seu próprio Salário Extra!
 CPT - Centro de Produções Técnicas

segunda-feira, 10 de março de 2014

SÓ LHE DÓI - Nunca se sinta sozinho!




Nunca se sinta sozinho!!! Existe uma força a seu favor!!!...

Auto-ajuda - Nunca se sinta sozinho!!!  Existe uma força a seu favor!!!...

domingo, 2 de março de 2014

Felicidade é o poder de fazer o bem!

Felicidade nos dá poderes suficientes para multiplicá-la ao dividí-la e de dá-la, sem mesmo possuí-la.
Economize dando e dividindo com outrem o que tens de melhor, a necessidade e o direito de ser feliz!
“Aprendi a buscar a felicidade limitando meus desejos, ao invés de tentar satisfazê-los”. – Stuart Mill.
Mesmo numa selva de pedra, onde moramos, é possível ser feliz, veja como é simples.


 
http://www.truco.com.br/beijaflor/betinho.html

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Agricultor e o Cavalo.

Esta estória reflete o quão importante é nunca desistir de VOCÊ.
“Era uma vez, um agricultor que tinha um cavalo que o ajudava a tirar da terra o sustento para alimentar a sua família. Este cavalo era o bem mais precioso que o agricultor tinha, pois sem a sua preciosa ajuda dificilmente conseguiria produzir alimentos.
Um dia o filho mais novo do agricultor chegou a casa aflito.
- Pai, o cavalo caiu dentro do velho poço abandonado. – disse o pequeno rapaz.
A família foi até ao local para tentar salvar o animal, mas o poço era muito profundo e seria extremamente difícil retirar de lá o cavalo.
O agricultor avaliou a situação, mas pela dificuldade achou que não conseguiriam retirar o cavalo e tomou a difícil decisão de não o salvarem.
- Não vamos conseguir salvar o cavalo, por isso meu filho, atira terra para dentro do posso até o sofrimento do animal terminar. – disse bastante abalado o agricultor.
E assim foi, o filho começou a lançar terra para dentro do poço para enterrar o cavalo. Mas à medida que a terra caia em cima do cavalo, o animal sacudia-se e a terra caia no fundo do poço, fazendo com que o cavalo fosse subindo.
Rapidamente o rapaz percebeu que o cavalo não se iria deixar enterrar, pelo contrário, estava a subir à medida que a terra enchia o poço.
Algumas horas mais tarde o cavalo havia conseguido sair do poço e o agricultor sentiu um misto de emoções. Por um lado ficou extremamente feliz, mas por outro lado, ficou muito triste por ter desistido do animal sem sequer ter tentado salvá-lo.“
Mesmo que os outros desistam de ti ou te desvalorizem, nunca desistas de ti mesmo. A tua força interior supera qualquer momento de dificuldade e tristeza.
Sempre que te tentarem colocar em baixo, “sacóde” as energias negativas que caem sobre ti e segue em frente.
Não te deixes “enterrar” em negativismo juntamente com os que te rodeiam. SEJA mais forte, sobe e trás contigo quem quiser vir.

Sábios não sabem o que é bom ou mal.

http://tutobene.blogspot.com.br/2013/12/homem-atirou-uma-pedra-em-um-cao.html
Não é possível julgar qualquer evento simplesmente como afortunado ou como infortúnio, bom ou ruim. É como a velha história sobre o agricultor e o cavalo. Você deve viajar através do tempo e espaço para se conhecer o impacto de qualquer evento. Todo o sucesso contém algumas dificuldades, e cada fracasso contribui para o aumento da sabedoria ou o sucesso futuro. Cada evento é ao mesmo tempo feliz e infeliz. Sorte e azar, bom e mau, existem apenas em nossas percepções. 


http://tutobene.blogspot.com.br/2013/12/homem-atirou-uma-pedra-em-um-cao.html

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Sofrimento deve ser um aprendizado, triste é não ter de quem sentir saudade.

 

 Só se tem saudade de algo que foi bom ou nos trouxe algo de positivo.

17 passos para enfrentar uma grande perda:

Muitas situações na vida nos trazem a sensação de um mal irreparável, geralmente envolvendo perdas ou grandes mudanças: doenças, morte de alguém, mudança de cidade, de emprego, condição social, separação, perda de um sonho ou ideal e outras. As situações mais dolorosas referem-se à perda de um ente querido.

As pessoas ficam com a sensação de terem sido roubadas em algo a que tinham direito. Passam por um processo doloroso que envolve sofrimento, medo, revolta, raiva, culpa, depressão, isolamento, desinteresse pelas atividades costumeiras ou excesso de atividades (fuga); apresentam sintomas físicos e psicológicos de estresse, podendo até vir a adoecer.

O tempo requerido para o “luto” (fase de maior sofrimento) e a maneira de vivê-lo depende muito das circunstâncias da perda, o significado desta para a pessoa, seu modo particular de lidar com situações de crise, apoio disponível no seu meio familiar e social, como a comunidade onde vive encara esta perda, suas próprias crenças e outros aspectos.
A recuperação de uma perda significativa leva de alguns meses a dois anos e, mesmo aí, alguns aspectos podem continuar não muito bem resolvidos.

Mas, além da tristeza, as situações dolorosas podem fazer com que descubramos em nós mesmos forças antes desconhecidas, faz com que repensemos nossas vidas e nossos valores, passando a perceber o que realmente é importante e o que é supérfluo, e podem nos transformar em pessoas mais ricas espiritual e emocionalmente.

Apesar das pessoas sentirem e reagirem diferentemente, existem pontos em comum nas situações de perda, quando geralmente  passam por fases semelhantes. Quando descobrem que estão com uma doença grave ou isto acontece com uma pessoa muito próxima, a morte inesperada de alguém que amam, ou com quase todos os outros tipos de perda, primeiro passam pelo estágio de choque e negação, não querendo acreditar na realidade. Depois vem a fase da raiva, revolta (contra tudo, todos e até contra Deus) e muita mágoa. Mais tarde passam a negociar com Deus e com a vida, tentando fazer trocas e promessas; depois ficam deprimidos, perguntando-se “por que eu?”, “por que ele(ou ela)?”ou “por que comigo(ou conosco)?”.

A seguir a tendência é retrairem-se por algum tempo, afastando-se dos outros, enquanto buscam alcançar um estado de entendimento, paz, aceitação; de aceitar aquilo que não pode ser mudado.(E. Kubler-Ross). Muitos param em determinada fase e não vão adiante na superação da perda que já aconteceu ou, no caso de doença, vai ocorrer; alguns pulam de uma fase para outra, podendo retornar à fases anteriores;  outros caminham para a superação. Isto vai depender muito do suporte que recebem do meio, dos amigos, de terapeutas ou orientadores; do entendimento que têm sobre a vida e sua finalidade, de suas crenças filosóficas e/ ou religiosas e outros aspectos. 

A Dra Ross estudou também 20 mil casos de pessoas de várias culturas que passaram por experiências de quase morte(EQM), e notou muita semelhança no que percebem naqueles momentos de “morte”, as vivências e sensações são agradáveis e os pacientes percebem que na realidade a morte não existe, é uma passagem para um plano de vida diferente, como a borboleta que deixa o casulo. Se começarmos a ver a vida de maneira diferente, com maior entendimento, veremos que a morte jamais deve representar sofrimento, mas uma continuação da vida e da evolução.

Seguem-se algumas sugestões que podem ajudar nesta fase difícil :-

1-Fale sobre sua perda e sua dor
Nos primeiros meses muitos têm esta necessidade, deixe que os outros saibam que este assunto não deve ser evitado e que lhe faz bem falar sobre isto, abrir-se com alguém de confiança, ajuda no entendimento e na aceitação. Quando os amigos entendem o processo, percebem que ouvindo e compartilhando o sofrimento, estão ajudando; e você vai se sentir melhor desabafando. Entretanto, em algumas situações, ou com algumas pessoas, quando não quiser falar sobre o assunto, também diga isto claramente.
2-Enfrente o sentimento de culpa
Quando se perde alguém importante é difícil sentir que se fez o bastante. Discutir este sentimento com alguém compreensivo e de confiança vai ajudar a distinguir a culpa real e irreal e, aos poucos, esta começa a diminuir. Não pode se sentir responsável por não prever os acontecimentos, ou culpa como se tivesse tido a intenção de prejudicar alguém. Além do mais, temos que aceitar a realidade de que ninguém é perfeito, fazemos o possível de acordo com nossa capacidade.
3-Trabalhe os sentimentos de raiva e revolta
Estes sentimentos existem em face de uma grande perda; é importante percebê-los e expressar os sentimentos de raiva e amargura. Não adianta negá-los ou envergonhar-se deles, são normais e irão desaparecendo com o tempo e a aceitação do fato.
4-Idealização
Há uma fase em que a pessoa pensa em suas falhas como pai, mãe, filho, cônjuge, irmão, namorado ou amigo... e vê a pessoa que se foi como um ser perfeito. Com o tempo, começará a vê-la como um ser humano real, com suas qualidades e defeitos, assim como todos nós.
5-Não se isole
Mesmo que não se sinta à vontade para compartilhar seu sofrimento e prefira ficar sozinho, precisa buscar a companhia de outras pessoas. Amigos e familiares que o estimem podem ajudar muito. Não se esqueça que não está só; muitos o estimam, querem lhe dar amor e conforto, assim como precisam do seu amor e atenção. Isto consola , renova suas forças e ajuda na construção de novos objetivos e, com o tempo, a recuperar a alegria de viver. Estas pessoas podem fazer muito por você e você por elas.
6-Mudança de valores
Diante da morte ou de uma grande perda, a pessoa tende a repensar seus valores, a reavaliar seus objetivos de vida; deixar de lado coisas que anteriormente valorizava e que agora percebe que são insignificantes e/ou fúteis, e a valorizar aspectos que percebe serem realmente mais importantes. Muitas vezes implementa mudanças positivas na sua maneira de ser e de viver, tornando-se menos preocupada com o ter e mais com o SER, evoluindo moral, emocional e Espiritualmente.
7-“Nunca mais serei o mesmo”...
É freqüente haver um grande sofrimento neste pensamento que pode ser real, mas isto não significa que nunca mais possa ser feliz. Embora esta idéia possa parecer inaceitável no período do sofrimento, as transformações podem nos enriquecer. Geralmente é isto que acontece, quando a pessoa aceita trabalhar e superar a fase de mágoa e revolta, decidindo que pode e deve viver o melhor possível.
8-Evite decisões importantes ou grandes mudanças
O primeiro ano após a perda, geralmente não é um período adequado para tomar decisões importantes ou fazer grandes mudanças, a menos que as circunstâncias o exijam. Uma pessoa amargurada tem a capacidade de julgamento diminuída. Se algumas mudanças forem necessárias e inadiáveis, peça a ajuda de alguém competente e não envolvido emocionalmente com os problemas.
9-Reserve períodos e local para lembranças
Não fique o tempo todo pensando e vendo objetos da pessoa que se foi. Coloque alguns pertences dela numa caixa ou armário, não os deixe espalhados.Tente reservar algum período específico do dia (no início), da semana ou do mês, para pensar na pessoa e no seu luto, quando também poderá rever os objetos. Evite fazer isto o resto do tempo, pois nada de bom e útil se consegue com a tristeza contínua.  Para algumas pessoas isto não é fácil de conseguir, mas é necessário à sobrevivência e recuperação.
10-Prevendo dias e datas difíceis
É útil saber que vai sentir-se mais triste, solitário e infeliz em certos dias e datas do que em outros, isto mesmo após já ter-se passado algum tempo e com a vida mais estabilizada. Estes dias especiais geralmente envolvem datas de aniversário, Natal, passagem de ano, Páscoa e outros, onde a falta da pessoa se faz mais presente. Planeje passá-los com amigos ou familiares, pois é provável que fique mais triste, choroso e deprimido que em outras ocasiões. Não se isole, é bom que esteja em companhia de pessoas que o estimem.
11-A crença de que a vida transcende nossa estada na terra e num Ser Superior
Desde a antiguidade, a maioria dos povos de todas as regiões do globo, com culturas e  religiões diferentes, acredita na imortalidade da alma ou espírito e na existência de um Deus ou “Algo Superior”. Isto é quase que uma intuição que nascemos com ela.  Um Ser com Amor Incondicional e Sabedoria, perfeito e justo, não castiga as pessoas, mas sempre quer o seu bem, sua evolução, mesmo que muitos de nós ainda não tenhamos a capacidade para entender o porquê de muitos acontecimentos. Hoje, mais do que nunca, temos tido provas da imortalidade do espírito e de que tudo na vida tem um propósito positivo, que nada acontece por acaso. Mesmo que não seja religioso, esta crença traz consolo. Pensar que a pessoa não acabou, mas apenas deixou seu corpo e transferiu-se para um tipo de vida diferente, em outro plano, faz com que as pessoas sintam-se melhor diante da perda; e significará que a  separação é temporária, não definitiva.
É importante saber que pudemos desfrutar da companhia de algumas pessoas especiais, mesmo que por breve tempo,  que nos deixam muita saudade...Só se tem saudade daquilo que foi muito bom..
12-Culpa por sentir-se bem
É comum as pessoas não se permitirem alegria após uma grande perda, não aceitando convites de amigos, ou evitando atividades agradáveis. Não lute para continuar sendo ou parecendo infeliz. Perceba que sentir-se contente, ter novos objetivos, não é deslealdade nem significa que não ama ou está esquecendo o ente querido.  Conseguir prazer em algo significa que está trazendo um pouco de alívio ao seu sofrimento; retomando ou recomeçando a construir sua vida. Além disso, se a pessoa que se foi o estima, com certeza gostaria de vê-lo bem e não sofrendo, preferiria vê-lo contente e isto lhe daria mais tranquilidade. Procure investir em seu bem estar, engajando-se em atividades produtivas e que lhe são agradáveis, e poderá tornar sua vida melhor ainda do que antes, se aprendeu algo com o acontecido, se cresceu com o sofrimento e compreensão do que é realmente mais importante na vida.
13-Reajuste-se à vida e ao trabalho
Tirar alguns dias ou semanas para reequilibrar-se e, depois, uma folga ocasional, quando necessário, é perfeitamente normal. Mas as atividades devem ser retomadas assim que for possível, pois são importantes no processo de recuperação. Seja paciente consigo mesmo, porque nos primeiros meses sua capacidade física e mental podem não ser as mesmas. Deve diminuir sua carga horária ou o número de atividades, se sentir que é excessiva; mas a inatividade prolongada faz as pessoas repetirem ou prolongarem a fase depressiva sem nenhum benefício. Com o tempo poderá também perceber que é importante utilizar um pouco da sua energia em uma atividade que possa ajudar outras pessoas e/ou instituições, saindo um pouco de seu pequeno mundo e percebendo a importância e bem estar que traz ajudar ao próximo, de conseguir tornar outros um pouco mais felizes e menos carentes física e psicologicamente.  
14-Liberte-se de expectativas irreais
Acreditar que a vida deveria ser diferente, não envolvendo escolhas dolorosas, sofrimentos e perdas é irreal e só traz revolta, o que só prejudica. Tornando nossas expectativas quanto a nós mesmos, aos outros e à vida mais realistas, fica mais difícil nos frustrarmos e mais fácil nos adaptarmos. Ninguém passa por situações que não mereça, por puro acaso; nem enfrenta uma carga maior do que a que tenha capacidade para carregar. Saber que não vivemos num mundo desorganizado e que existem leis universais, “nada acontece por acaso”;  tudo tem uma razão de ser justa e produtiva, nos leva a encarar os acontecimentos (com relação a nós e aos outros envolvidos), mesmo os mais difíceis, como oportunidades de aprendizagem e crescimento.
15-Integrando a  perda
As pessoas não “têm” que ser “vítimas”, qualquer que seja a perda, por pior que tenha sido. Situações de muito sofrimento podem ser transformadas em aprendizado.  É preciso deixar de lado as perguntas centradas no passado (que é imutável) e no sofrimento (“Por que isso aconteceu comigo”?) e começar a fazer perguntas que abrem as portas para o futuro:- “Agora que isto aconteceu o que posso e devo fazer? O que posso aprender com isto? O que posso fazer para Ser e sentir-me melhor?” Geralmente quando chegamos à fase da aceitação, atingimos a compreensão e crescemos com a experiência, a dor se vai. Fica a saudade de uma pessoa com a qual convivemos e que nos proporcionou bons momentos e ensinamentos, tanto com suas qualidades, como com seus defeitos; com a qual compartilhamos uma parte de nossa vida. Só se tem saudade de algo que foi bom ou nos trouxe algo de positivo. Deve ser mais triste não ter de quem sentir saudade, seja de uma pessoa deste ou de outro plano. 
16-Pesar excessivamente longo
Quando um sofrimento excessivo consome alguém por mais de um ano, geralmente o problema principal não é a perda em si, mas algum outro aspecto que precisa ser entendido. Muitas vezes isto ocorre quando havia uma dependência excessiva em relação à pessoa que se foi, quando a culpa por algum motivo é um componente muito forte na situação, problemas emocionais pessoais ativados ou reforçados pela perda ou outras razões significativas. Amigos, conselheiros ou um psicólogo podem ser necessários neste caso.
17-Procure ajuda profissional, se necessário.
A maioria dos que procuram ajuda de psicoterapeuta não são doentes mentais, são pessoas comuns enfrentando problemas, passando por uma crise e muitas delas sofrendo uma perda. Um profissional da área é alguém com quem você pode dividir seu sofrimento, sua revolta, seu medo, suas lembranças dolorosas, sua culpa e seus conflitos; que pode compreendê-lo e ajudá-lo. As sessões de terapia podem ajudá-lo também a tomar decisões práticas que o farão sentir-se melhor. Você pode precisar de apenas algumas sessões, muitos meses para superar a fase mais difícil, ou mais tempo; tudo vai depender do significado individual da perda, da maneira como reage às crises e à terapia.
No início do pesar, uma das formas mais comuns de manifestar o sofrimento é resistir a crescer com ele. A vida pode ser prejudicada ou fortalecida por uma perda.  Ninguém permanece o mesmo. Cada situação é única e só a própria pessoa pode buscar e encontrar respostas relativas ao “outro eu” e à outra vida que vão emergir.

Cada pessoa decide se vai ou não crescer com essa experiência dolorosa , e quando.


Maria José G. S Nery- Psicóloga Clínica
Psicoterapia Cognitiva, Transpessoal e Regressiva