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sábado, 10 de maio de 2014

Casa dos sonhos em suas mãos.

Aí está, mas não é impossível de realizar este sonho, voltando as melhores épocas de nossas vidas, a infância, ou simplesmente como distração ou hobbie, ou fazendo para terceiros presentearem suas crianças, etc. Sigam os links abaixo e deixem fluir a imaginação.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Vida Eterna - Passo-a-passo para a eternidade.

Empalhamento de animais, como é feito:

A taxidermia - nome técnico do empalhamento de animais - é um sofisticado processo onde só a pele do animal é aproveitada. O couro é usado para "vestir" um manequim de poliuretano, parecido com esses que a gente vê nas vitrines de lojas. No passado, porém, não era assim. O animal era aberto, suas vísceras retiradas e, no lugar delas, era colocado algodão, juta ou palha - daí a palavra empalhamento, hoje fora de uso. O manequim de poliuretano começou a ser usado nos anos 50 e oferece duas vantagens: é mais resistente ao ataque de insetos e possui uma anatomia idêntica à do bicho. "Em tese, animais taxidermizados dessa forma duram para sempre. Mesmo com as técnicas mais rudimentares já existem animais com 300 anos", diz o taxidermista Luiz Carlos Mendes Antunes, do Museu de Zoologia da USP. Acompanhe, a seguir, como é feito o "empalhamento" de uma onça-pintada, o maior felino do Brasil.
Passo-a-passo para a eternidade
O "empalhamento" de um animal deve começar até 24 horas após sua morte. Depois desse tempo sua carne começa a apodrecer
1. O primeiro passo é fazer uma máscara mortuária de gesso do bicho. Ela fornece uma imagem tridimensional da cara do animal e é uma cópia perfeita de suas feições, mostrando todos os detalhes de seu rosto
2. Em seguida, com uma fita métrica, o taxidermista tira as principais medidas do animal, como a circunferência do abdome, o comprimento total do nariz à cauda, a largura da cabeça e a distância do nariz ao olho, entre outras
3. Com uso de arames e apoios, o animal é congelado na posição em que será "empalhado". Quando ele estiver durinho e na postura correta, é hora de fazer uma cópia do corpo numa fôrma de gesso
4. A partir do molde de gesso, é feito outro molde de resina. Ele será empregado na fundição do manequim de poliuretano. Se necessário, o taxidermista esculpe detalhes finais na peça, que será vestida com a pele depois
5. Paralelamente à fabricação do manequim, é feita a retirada da pele, única parte aproveitada - órgãos e carcaça são descartados. Retirado o couro, ele é curtido em banhos ácidos que dissolvem resquícios de sujeira e gordura, evitando que apodreça
6. O passo seguinte é a retirada da endoderme, uma fina membrana interna colada à pele. Feito isso, o couro é banhado com um produto químico preservativo e é engraxado para ganhar flexibilidade
7. Olhos, nariz, orelhas, boca, língua e até a cauda são fakes. Os olhos são feitos de vidro, a cauda, de poliuretano flexível, e as orelhas, nariz e língua, de plástico poliestireno. Todas essas próteses são fixadas no manequim antes da pele
8. A etapa final é vestir o manequim com a pele. Ela é encaixada e fixada com uma cola especial. Depois, é costurada. Os pontos são dados em locais de difícil visualização, como na parte inferior da barriga, para que o bicho pareça o mais real possível.
Hobbies no Brasil é um trem de louco!
http://www.cpt.com.br/afiliados/link/5325/2160

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Eternidade só se alcança através de uma Vida de Arte.

Caso desejes, realmente, eternizar-se, faça de toda a sua vida uma intensa dedicação a arte do bem viver. Dedique-se e dê o melhor de sí em prol da humanidade, naquilo que de melhor puderes contribuir, mesmo anônimamente serás eterno pela validade de suas obras e sua utilização em favor dos futuros seres que o substituirão no palco teatral desta peça intitulada  "vida", e que ela valha a pena, também para nós outros, homens ou animais.
 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Artesanato - o que o cliente compra não é o que você vende.

 O que você vende não é o que o cliente compra

Sabia que você não vende artesanato? Talvez, nesse momento, você esteja pensando: “Que frase sem sentido, é lógico que eu vendo artesanato”. Eu acho que não, continue lendo e você entenderá o porquê.
Costumo dizer que as pessoas não compram um produto ou serviço. Na verdade o que todos nós compramos é uma solução para resolver uma necessidade ou ter um desejo atendido.
Isso se aplica, também, para o mercado de artesanato. Normalmente, o cliente que compra um produto artesanal está procurando atender algum desejo. Quer um exemplo? Ao comprar uma lembrancinha (produto) o cliente quer na verdade eternizar um momento especial (desejo).
O que o artesão vende é soluções para atender um desejo do cliente. Certo? Errado! Isso é o que o cliente compra.
Mas, tem diferença entre o que você vende com o que o cliente compra? Existe, vou explicar.
Imagine, que no aniversário de minha esposa eu compro uma bolsa em patchwork para presenteá-la. Quando eu, como cliente, pago por esse produto, na verdade, o que quero é uma maneira de mostrar o meu carinho nessa comemoração de mais uma ano de vida. Ou seja, estou comprando uma maneira de dizer “você é importante para mim e eu lembrei de você”. Este é meu desejo e acredito que a peça de artesanato irá transmitir essa mensagem.
E se eu mesmo fizesse essa mesma bolsa em patchwork, o meu desejo seria atendido? Lógico que sim até de forma mais efetiva! Seria uma peça criada por mim, unicamente para dizer “você é importante para mim e eu lembrei de você”. Mas, então porque eu mesmo não crio e faço a bolsa de patchwork? Porque eu não tenho TEMPO e HABILIDADE.
Portanto, é isso que o artesão vende: TEMPO e HABILIDADE.
Se seu cliente tivesse tempo e, principalmente, habilidade para desenvolver a peça que você faz, ele compraria de você? Claro que não.
Veja, então, a diferença entre o que o cliente compra e o que o artesão vende em nosso exemplo:
O que o cliente compra: desejo de transmitir uma mensagem de carinho e amor;
O que o artesão vende: seu tempo e habillidade para criar uma peça que irá transmitir a mensagem do cliente;
Reflita
Quanto vale sua habilidade? Quanto vale sua experiência? Seus erros e acertos? Seus cursos de capacitação? Anos de aprendizado?
Quanto vale o seu tempo? Estar com a família? Lazer? Descanso? No contexto atual, em que há uma grande escassez de tempo, este deve ser bem valorizado e precipitado. E se fosse possível transferir algumas horas de seu dia para outra pessoa, assim como se transfere um carro ou outro bem qualquer, qual seria o preço do seu tempo? Assista “O Preço do Amanhã”, um filme de ficção onde as pessoas transferem tempo uma para outras.
Seu posicionamento
Quando você, artesão, se posicionar como um profissional que vende SEU TEMPO e SUA HABILIDADE para atender os DESEJOS e NECESSIDADES de seus clientes, o valor percebido de seu trabalho terá uma nova perspectiva mediante ao público alvo e seu mercado de atuação.
Umas dicas práticas:
- Na descrição de seu produto, agregue valor, dando ênfase à necessidade e desejos de seu cliente;
- Informe sobre o tempo de produção de suas peças;
- Mostre para público como é o processo de produção. Você pode usar as redes sociais para compartilhar fotos e imagens de suas peças em desenvolvimento.
- Ofereça produtos relacionados à necessidade de seu cliente.
E você, vende seu tempo e sua habilidade? Ou vende apenas uma peça?
 Postado por: Eder Machado